O impacto não se restringe a ambientes aquáticos. "Jacarés, capivaras, lontras, mas também bois, cachorros, aves migratórias - todos foram afetados." http://bit.ly/1OuL8SW
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domingo, 29 de novembro de 2015
Mosquito continua causando problemas
UOL
Pernambuco decreta estado de emergência
O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e o prefeito do Recife, Geraldo Júlio, ambos do PSB, decretaram situação de emergência no Estado e na capital a partir de terça-feira (1°) devido ao aumento de caso de chikung
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Jornal Ciência
Cientistas australianos descobriram o gene que permite que uma planta nativa do tabaco cresça e se reproduza em uma quantidade de tempo incrivelmente curta…
JORNALCIENCIA.COM|POR ADMINISTRADOR
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Brincando com eletrônica
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sábado, 24 de outubro de 2015
A crise da água continua
R7
ANA desistiu de reduzir em 26% o limite máximo de exploração do sistema
Após pedido feito pela Companhia de Sabesp (Saneamento Básico do Estado de São Paulo), a ANA (Agência Nacional de Águas) desistiu de reduzir e...
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
terça-feira, 13 de outubro de 2015
O Brasil tem que investir mais em energia solar
National Geographic Brasil
Gelo feito a partir de energia solar leva desenvolvimento a comunidade isolada na Amazônia http://abr.ai/1LDEuvJ
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Vale tudo no combate da Dengue
Jornal Ciência

De acordo com médico indiano, suco da folha de mamão pode curar a dengue e ele ensina como usar
Após um grande aumento do índice de dengue na cidade de Delhi, na Índia, as pessoas estão buscando remédios alternativos ou naturais para tratar a doença.…
jornalciencia.com|Por Administrador
domingo, 11 de outubro de 2015
Caracol perigoso
Terrível caracol é considerado o animal mais venenoso do mundo

Seu veneno é um coquetel de moléculas peptídicas neurotóxicas
Vamos admitir, as conchas dos caracóis marinhos são verdadeiras obras de arte, possuindo uma combinação de cores que hipnotiza qualquer pessoa, mas, quando estivermos falando do caracol-do-cone é melhor você correr. Pegar nele? Nem pense nisso!
Essa espécie de caracol, cujo nome científico é Connus pannaeus possui um veneno poderosíssimo formado por centenas de compostos, muitos deles encontrados até em venenos de cobra. Possui um substância que é particularmente centenas de vezes mais potente que a morfina. Pesquisas revelam que apenas uma gota do veneno desse “dócil” animal é suficiente para matar 20 pessoas adultas.
Apesar de terrível ele não é uma descoberta científica recente, a cerca de 25 anos os cientistas da Universidade de Utah isolaram a molécula do veneno desse caracol e constataram que possuía um poder analgésico nos humanos. Os estudos não pararam por aí, esse só foi o ponta pé inicial de uma série de estudos que duraram mais de 20 anos para conseguirem sintetizar em laboratório o mesmo composto que atualmente é utilizado em um novo fármaco, chamado de Prialt (princípio ativo é a ziconotida).
Umas das grandes vantagens desse novo medicamento é seu absurdo poder analgésico, sendo classificado como mil vezes mais potente que a morfina. O grande problema da morfina é o seu poder de viciamento por ser uma molécula opióide, derivado de ópio. Já a ziconotida não possui efeito viciante.
Muitas das moléculas que compõem o seu veneno ainda não possuem estudos que provem ou indiquem suas respectivas ações, porém, existem cerca de 6 tipos de toxinas que são bastante estudadas e suas ações no corpo humano são completamente elucidadas.
É importante salientar que esse veneno pode ser retirado de todos os caracóis do gênero Conus. O gene responsável pela fabricação do veneno parece ter sofrido uma mutação ao longo das gerações o que proporciona ao animal produzir suas toxinas rapidamente e com uma variedade espantosa de moléculas.
O veneno pode ser retirado dos caracóis mortos ou com o caracol vivo. O grande problema de se retirar sua glândula após a morte é que dentro dela possui uma infinidade de milhares de compostos que muitas vezes não são usados pelo caracol para matar a presa e isso dificuldade a isolação dos principais princípios ativos. Já a retirada do veneno do caracol vivo também é complicado porque não é fácil lidar com um animal grande, extremamente perigoso e que não libera as toxinas facilmente.
A ação de suas neurotoxinas nos faz pensar que suas vítimas (moluscos e peixes) não sintam dor. Como a inserção do veneno na presa é de forma rápida, paralisando-o eficazmente e, logo em seguida, a ação poderosa de seus analgésicos entram em ação, a presa poderá ser engolida e se sentir nas nuvens por estar sob ação alucinógena e analgésica.
domingo, 13 de setembro de 2015
Exelente idéia
Ciência Hoje
Energia que muda vidas: projeto brasileiro instala máquinas movidas a energia solar para produzir gelo e conservar alimentos de populações no interior do Amazonas. Saiba mais: http://cienciahoje.uol.com.br/…/para-produzir-gelo-use-o-sol
sábado, 8 de agosto de 2015
Seca continua
Folha de S.Paulo
Preparem os baldes: seca em SP pode virar rotina, mostra pesquisa do Inpe http://uol.com/bbf1KG #noticias
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Será possivel vida em Marte?
Jornal O Globo
Foto da superfície de Marte gera debate sobre presença de animal no planeta. http://glo.bo/1DnP5qC
Foto: Nasa
Foto: Nasa
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sábado, 1 de agosto de 2015
Quem sabe um dia o ser humano fica livre desta doença

Jornal Ciênciadomingo, 19 de julho de 2015
Novas descobertas
Jornal CiênciaCiência avança na cura do câncer
Jornal Ciência
Uma paciente com câncer teve um grande tumor debaixo de seu peito esquerdo “dissolvido para fora” depois de um novo tratamento realizado. A mulher de 49...
jornalciencia.com|Por Administrador
sábado, 18 de julho de 2015
Fenômeno mostra Lua e estrela no rara no céu
Fenômeno foi observado a olho nu. Os ambientes mais escuros são privilegiados para enxergar a estrela Régulus com mais nitidez.
Leia maisMostrar menosNovos conhecimentos
'Somos
parecidos com Plutão: pequenos, distantes, vazios e cada vez mais frios'. Leia
a coluna de Arnaldo Bloch. http://glo.bo/1Iafc4H
Foto: Nasa
Foto: Nasa
domingo, 5 de julho de 2015
Arte é arte
Jornal Ciência

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